terça-feira, 29 de março de 2011

Mudança

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Atenciosamente,

Anna Elisa

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Do ser ermitão ao ser social. I'm back, baby!

Sempre achei, lá no fundinho da minha alma, que devíamos ser ermitões. Juro! Na boa, imagina: cada um na sua, na sua vibe, seu canto, suas coisas e... Sai daquiii!
Discutir? Tentar chegar à um acordo? Engolir sapos alheios? JAMAIS (leiam em francês, por favor, acho mais phyno). É cada um por si e Deus por todos. Tranquilidade, meios escolhidos, resultados esperados.. Ooo mundão bão, sô!
"Mas isto é impossível, o mundo é uma grande cadeia, um grande sistema, todos somos um, ninguém vive sozinho.." e aquela coisa toda que nunca passou de um "Blábláblá vou te ouvir porque eu sou legal".
Mas, somente hoje eu entendi a real importância de vivermos em sociedade. E isso, juro, é realmente algo novo, louco, estranho e ao mesmo tempo é o sentido de tudo.
As pessoas ao redor existem pra me, te, nos relembrar o que somos. Ou nos casos que ainda não descobrimos, eles servem na ajuda dessa descoberta. Explico:
Ontem um novo amigo meu, queridíssimo(!!!) Freakazoid disse que leu meu blog. Quando comentei que havia uma época em que eu escrevia com certa constância, depois parei completamente, ele: "Ora, volte! Faça-nos este favor" - ou algo parecido com isto.
O meu blog sempre foi, além de um papo de bar, uma tentativa, ainda que sem método algum, de ajudar alguma coisa, de minimizar sofrimentos alheios, de clarear idéias, de solucionar problemas. ENTÃO COMO E POR QUE EU TINHA PARADO DE ESCREVER??? E daí que reli alguns textos e achei algumas falhinhas? E daí dos temas nada a ver? Como o mesmo Freakazoid postou hoje em seu twitter: PARA JOGAR VOCÊ PRECISA ENTRAR NA QUADRA.

E aqui estou eu, novamente na quadra - da onde eu precisava (muito!!) ter saído. E agora com uma Head Youtek Speed Pro Djokovic, meu bem, porque como diria meu novo ídolo Elymar Santos: "Horário nobre que eu não sou qualquer já falei".


I'm back, baby!


* Em tempo: lembrando que em meu blog personagens da minha vida real aqui são personagens fictícios e personagens fictícios possuem nomes reais.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Eu não gosto de discutir.

Eu não gosto de discutir. Não gosto, sério. Nem de debater.
Gosto de perguntar e de falar, mas discutir e debater, não. Eu fico cansada, agoniada e no final das contas fico p.dacara.
Eu cansei dessa vida! (hahaha). Quer fazer, quer dizer, quer se matar, matar o outro, viver chorando, sofrendo, namorando o morto vivo, casar com alguém que não ama, inventar um mundo e viver nele, seguir regras que não concorda e nunca pensa sobre, morrer aos poucos? FAÇA! A vida é sua, vá em frente. Serio, pode ir. Mas vai mesmo :)
Antes (mais ou menos na minha época ante-pausa do blog) eu tinha aquela ânsia de convencer. Falava, discutia, explicava, aumentava a voz se fosse preciso, estourava! Ridícula. Admito. Eu muitas vezes fui ri-dí-cu-la. Mas mudei. E digo que foi uma das minhas melhores mudanças, ao meu ver. Sempre tinha a intenção de ajudar de alguma forma, querer “melhorar”algo, mas mesmo assim já fui ridícula. E no final das contas, não dá pra ajudar quem não quer ser ajudado, right?
Eu que detesto que se metam na minha vida quando não chamo, vivia implicando com os outros? Incoerente de dar dó. E ser incoerente é mau, convenhamos.
Claro que continuo dando a minha opinião, mas só quando sou chamada ou então quando o blog é meu (hehe).
Quer ouvir? Não quer? Quer me xingar? Elogiar? Vá em frente! Só, por favor, não comece uma discussão comigo e também não venha choramingar o mesmo assunto um bilhão de vezes se não está pedindo ajuda.

Então o negocio será o seguinte: eu falo, falo, falo, falo. Aí se vocês quiserem podem comentar, xingar, elogiar, dormir, rir, sei lá. Aí eu respondo. Ou não.

Mas discutir, não. Não gosto, sério. Nem de debater!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Voltei!

Já tava sentindo falta. Várias vezes pensei: "Ah, isso tinha que ir pro Blog". Mas nunca sentia: tá, vou voltar.
Mas agora senti! Eeeeeeeba (ou não, hehe).
Assim como a Courtney Love, Michael Jackson (in memorium) e a Mariah Carey fizeram: é bom dar um tempo pra cabeça.
Mudei, MUITO! E quem acompanhou meu blog vai notar a mudança.

Bom, é isso! Tô na área :)

Beijo pra todo mundo!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A utópica dieta feminina

Dieta: toda mulher algum dia já fez, está fazendo ou fará. Nem que seja uma tentativa. Não digo dieta de shakes sem gosto e chás amargos. Dietas do tipo: não-pode-comer-o-que-é-gostoso. Após muita conversa, recolhimento de depoimentos pessoais, questionamentos abertos (obviamente regados a Doritos e bala de goma com aquele refri gelado), cheguei à (triste) conclusão de que a única espécie feminina que consegue se livrar das guloseimas de vez é aquela que:

1) Mora sozinha. É uma be-le-za! Compra-só-o-quer-quer. Pronto! Nutella, cheddar e chantilly não chegam à dispensa sozinhos.
2) Não gosta de sair (do tipo, nem abre a janela do quarto). Já ouviu aquele ditado: Se Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até Maomé? É isso que acontece naqueles dias que queremos fugir das tentações. Aparece um tiozinho do cachorro-quente na porta do seu prédio, a tia dos docinhos de morango começa a passar duas vezes por dia na facul, abre uma nova lanchonete na esquina. Uma maravilha!
3) Não tem parentes por perto: não adianta, impossível juntar duas pessoas da mesma família sem pelo menos aquele cafezão da tarde. Broa, manteiga, bolinho de fubá, pão quentinho, queijo, goiabada, salaminho... Aaaahhhh!!
4) Não tem amigos, amigas, colegas nem conhecidos. Juntam-se e fazem o quê? Comem. Podem até jogar um pokerzinho, ver o jogo do Brasil, mas levam o amendoim, a carninha, queijinho coalho, caipirinha, salgadinho, gordurinha...
5) E por último, o pior vilão das dietas femininas, o doce veneno, o construtor da bordinha de catupiry cativa: um affairzinho!
Peloamordosantocristo! Quem inventou a dieta não tinha namorado, com certeza não tinha. E tudo começa com um simples: Vamos sair pra comer algo? E você toda bobona de amor aceita sem pestanejar, lógico! Sair é igual a: vê-lo! Aiiii que liiiindo! Lindo se parasse por aí. Por que o “algo” nunca é uma empanadinha de brócolis com um suquinho de melancia (super diurético!)?? Não, o algo é sempre lasanha, pizza, churrasco, cerveja, x-podrão com bacon e ovo ou frituras superlights de bar. E você faz o quê? Pede uma água com salada de cenoura e fica olhando com aquela cara de cachorro secando frango assado? ÓBVIO QUE NÃO. E por que não? Porque se fizer vai ser tachada de fresca, não-parceira e nojentinha. Resumindo: chata pra ca*! Aí você aumentou o peso do quatro-apoios, correu dez minutos a mais na esteira pra quê? Pra tudo cair por água abaixo com um adorável: Que tal sairmos para comer alguma coisa?


Abençoadas sejam as boas línguas que dizem que quem gosta de osso é cachorro!!!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Aleatoriamente casados

“Olha o email que recebi” – disse-me Shrek esses dias. O texto falava da diferença das frases pré e pós-casamento. Algo do tipo: ANTES - Minha Gatinha, meu Ursinho, Minha coelhinha (bichinhos pequenos e fofinhos). DEPOIS - Os bichos crescem: Sua Vaca, Seu Cachorro, Sua Galinha, Seu Veado...
O que era pra ser engraçado, pra mim, foi triste. Real, mas triste. E por que real?
Real porque existe (Sim, eu sei que falei algo ridiculamente óbvio). Mas por que existe? E por que existe na grande maioria (chutaria uns, 95%?) dos casos?
Sinto, mas creio que (sim Shrek, palestra de ontem) estes tantos acabam deste jeito por uma única e simples explicação: casam-se pelos motivos errados.
O que julgo motivos errados? Carência, revolta, sentimento de obrigação ou na tentativa de preencher algum buraco na sua vida.
A carência é complicada, vem geralmente lá de trás, resultante de pais muito ausentes ou de difícil acesso. Inevitável e inconscientemente cresce-se procurando o que nos falta. Pra quem não teve muita, qualquer tipo de atenção por vezes parece ser tudo.
A revolta, pra mim, é um tipo de reação que anda de mãos dadas com a carência ou com os motivos que a constroem. A diferença entre as duas é que a carência por si não é algo agressivo, nela existe apenas a procura do que lhe falta. A revolta é a resposta ao sentimento mal resolvido.
O sentimento de obrigação é o mais comum e o mais desanimador. Porque namora há muitos anos, porque se acha velho demais, porque sempre foi infiel e se sente culpado, porque assumiu um cargo importante, porque todos os amigos estão casados. Acho que se dissessem que o motivo era a morte da bezerra eu acharia a decisão muito mais plausível.
Rombo na vida familiar, financeira, social, profissional também estão comumente nos fundos da decisão de casar.
Seja qualquer um destes motivos ou algum outro que nunca pensei sobre, é óbvio que nem com reza brava dará certo. E óbvio também que daqui algum tempo será você o próximo a redigir aquele tipo de email.
Case por amor, seja lá qual for seu conceito dele. Só e somente por isso. Porque é só com ele que você sente vontade e capacidade de passar por cima das inúmeras dificuldades, dos inevitáveis contratempos, das comuns diferenças.

“Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, pressão de família? O legal é alguém que está com você e por você. E vice versa...
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear”.

Fica a dica.