segunda-feira, 26 de maio de 2008

Algumas perguntas que já me fizeram:

- Como são definidos os assuntos do seu blog?
No dia em que resolvi fazer este blog, na verdade na madrugada depois, fiz uma lista de bons assuntos. A partir daí, quando ouço ou vejo algo que esteja no contexto de algum dos meus assuntos pré-definidos, eu escrevo. Ou não, depende.

- Já escreveu tudo da sua lista?
Não.

- Apenas assuntos da lista foram escritos aqui?
Não também. O caso “Mickey Mouse”, por exemplo, apareceu do nada.

- Tudo que você citou aconteceu contigo?
Um dia na minha vida já aconteceu sim, não no dia em que eu postei. Na verdade todos os meus posts até hoje nada tinham a ver comigo no momento em que escrevi.

- Você odeia os homens?
É CLARO QUE NÃO! Já disse que não acho que existem pessoas que são felizes sem um(a) parceiro(a) e eu sou o exemplo claro disso. Sou super romântica à moda antiga e cheia de sonhos do tipo uma casinha de cerca branca, crianças e cachorros. Eu falo o que acho que devo quando acho que precisa só. Assim como as mulheres também erram, eu também já errei. E admito. Eu juro que falo tudo na maior das boas intenções. Não sou da opinião de que se conselho fosse bom se comprava. Sou da opinião que amigos ajudam amigos, sem cobrar nada. Nunca! Mas afinal de contas, é minha opinião só. Ninguém precisa concordar comigo, right?

- Você não acha que está um pouco rude demais nas suas críticas?
Até pode ser, mas aqueles são assuntos que realmente me deixam furiosa, talvez por isso eu tenha sido um pouco agressiva demais. Mas aí está o tchan do blog, assuntos realmente relevantes. É como eu respondo quando eu mordo alguém e esse alguém diz que doeu: Se eu não quisesse que doesse, eu nem dava a mordida. Se não é para causar discussão, eu nem escrevo.

- E se alguém ficar chateado com você por algo que você escreveu?
Bom, o chapéu sempre vai servir pra alguém. Mas como eu disse, eu escrevo na maior das boas intenções, não quero de forma alguma chatear alguém. Só que esse é o blog Annalisando - “O mundo pelo meu mundo” e é normal que uma pessoa que não pense que nem eu sempre se irrite ao ler meus posts. Faz parte!

- Quem não tem conhece e lê apenas seu blog acha que você é durona demais. Não te incomoda passar essa impressão errada?
É algo que já pensei sobre. Incomodar incomoda né? Ninguém gosta que achem que você é algo que não é – tanto, no meu caso. Pra começar eu achava que ninguém ia ler, já que eu, como toda boa engenheira, nunca tive o costume de escrever muito. Eu não tinha escrito algo além das redações do colégio ou das respostas das provas da faculdade. Eu tenho algumas opiniões formadas e gosto de debater, só isso. Mas com essa pergunta eu já gastei uns bons minutos. O que posso dizer é o seguinte: as pessoas que me conhecem sabem como eu sou e conseguem “me ver” falando essas coisas que escrevo. Sempre ouço “esse tópico é a tua cara, parece que te vi falando aquilo!”. E quanto às pessoas que não me conhecem, bem, melhor ser ruim no começo e melhorar depois que o contrário não? Hehehe..!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

A tática - falida - de esnobar

Estava eu ouvindo minhas músicas navegando pela internerd quando um amigo meu, Mickey Mouse – a preservação da identidade é claramente necessária - me faz uma pergunta: Anna, como eu faço para esnobar uma menina e ela ficar caída de amores por mim? Bingo! Um tópico do blog apareceu.

Homens do meu Brasil, se vocês, assim como Mickey Mouse acham que para engatar uma mulher é só esnobar, sinto informar-lhes: NÃO É, MESMO!

Sabe aquilo que vocês teimam em fazer? Passar uns dias sem dar Oi no MSN, ou sem mandar mensagem ou sem ligar, só pra ver a reação dela?! Então, isso só dá certo se a menina JÁ ESTÁ apaixonada por você.

Mas não apaixonadinha, apaixonadíssima! Se ela está desta forma, aí sim você pode dar uma “esnobadinha leve” que ela vai continuar ali falando com você, e permitindo a sua insegurança que te deixe um pouco em paz.

Agora querido, se ela não está apaixonada por você, ao ser esnobada, você automaticamente entrará na lista dos “queridinhos, mas muito bobinhos” da vida dela. E uma vez lá meu amigo, é difícil sair já que, se você mudar de comportamento quando sentir que a está perdendo, ela terá certeza que tudo foi só um joguinho. E as mulheres não gostam quando jogam com os sentimentos delas.

Não, mesmo! E podem anotar que eu assino embaixo.


Obs: Estas dicas servem para homens e mulheres que já passaram da a”burre”scência, já que nesta linda fase, nada que se diga ou que se saiba faz algum sentido.


“Depois de algum tempo você aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que quantos aniversários você já celebrou”.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Tudo depende.

Era uma vez dois irmãos. Ao chegar numa certa idade um deles estava preso por diversos homicídios, roubos e agressões. A família que constituiu foram os cinco filhos com duas mulheres (em que batia), sem que elas soubessem uma da outra. Quando souberam nem preciso dizer o que deu... Já o outro se tornou um profissional bem sucedido, família estruturada, uma pessoa bem equilibrada.
Quando perguntados como se tornaram homens com aqueles perfis, o irmão mal sucedido respondeu:
- Meu pai batia na minha mãe, foi preso várias vezes por diversos crimes, nunca me deu atenção, etc..
A surpresa então veio com a resposta do outro irmão:
- Meu pai batia na minha mãe, foi preso...

Não existe desculpa indiscutível. Todo mundo pode fazer o que quiser da vida.
É só escolher a visão que se quer ter.